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Balanço ambiental 2012: o avatar do clima

 

Os dados da Organização Metereológica Mundial, entidade composta por 2.500 cientistas de 185 países, monitoram 10 mil estações de observação baseadas em terra, sete mil baseadas em navios e 10 satélites, foram divulgados em Doha, no final do ano, durante mais uma conferência do clima. Foi o nono ano mais quente, desde 1850. Foram registrados eventos extremos notáveis, como ondas de calor na América do Norte e Europa, além da América do Sul. O artigo é de Najar Tubino.

Fazer o balanço do ambiente, pensando nos acontecimentos globais, não é uma tarefa fácil. Muito menos em termos regionais. Se levarmos em consideração o clima e as mudanças decorrentes, complica ainda mais. Não apenas pelos fatos, principalmente porque se transformou em uma discussão ideológica, acima de tudo. Quem defende a modernidade, o progresso, o crescimento da economia e, certamente as grandes corporações é contra o aquecimento global, o sintoma mais evidente das mudanças climáticas. Quem defende alterações no cronograma do atual sistema econômico, quer barrar projetos de todos os tipos, principalmente grandes obras de infraestrutura em regiões de florestas, é taxado de atrasado, emocional, babaca mesmo. Ou então de defender os países ricos, os maiores interessados em conter o desenvolvimento dos emergentes.

O Avatar do clima é a transformação, a metamorfose do Planeta, que a aristocracia financeira atual, proprietária dos lucros e dos investimentos da elite mundial, fundamentada num capitalismo esclerosado e no chamado crescimento ilimitado. Quer dizer, o limite desse processo. É a contagem regressiva, para acabar a festa e cair na realidade. Se chegarmos em 2030 com 1,7 bilhão de carros rodando por metrópoles enlouquecidas, consumindo 99 milhões de barris de petróleo por dia e 450 ppm (partes por milhão) de CO2 na atmosfera e, provavelmente, dois graus de temperatura acima, então o mundo não acabará, mas estaremos numa encrenca de arrepiar.

Parece um desatino
Esses são dados da Agência Internacional de Energia. Apenas os dois graus de temperatura fazem parte dos modelos de previsão dos cientistas e contempla a política de contenção dos europeus e outros envolvidos nas discussões climáticas. A temperatura média da Terra aumentou 0,5ºC, ou seja, está em 14,5 ºC. Aumentar até os dois graus em 20 anos parece um desatino. Porém, é exatamente isso, que a máquina de guerra do capitalismo faz diariamente. Por exemplo: a capacidade da produção de aço no mundo atingiu o pico de um bilhão e 800 milhões de toneladas. O consumo é de um bilhão e duzentos milhões de toneladas. Imagina quanto de minério de ferro precisa para produzir esse aço, quantos milhões de toneladas de lenha para tirar as impurezas do ferro, quantos caminhões e quantos navios transportarão. E até 2016 mais 100 usinas estarão funcionando no mundo, aumento em mais 350 milhões de toneladas.

E assim, montadoras como a Volkswagen, que pretende ultrapassar a Toyota como líder mundial, vai investir US$65 bilhões nos próximos três anos fora da Europa, em novas fábricas ou novas construções. E assim também cresce a produção de celulose, cuja capacidade aumentou 8% a nível mundial, e a demanda apenas 2%. A produção de papel passa de 50 milhões de toneladas. E Três Lagoas (MS), na fronteira com São Paulo, à beira do rio Paraná se transformou na “capital mundial da celulose”, com a recente inauguração da fábrica da Eldorado, novo negócio dos irmãos Batista, donos do Friboi, em sociedade com fundos de pensão e do BNDES.

Não sei se os “ranchos” que os donos têm na beira do Paraná serão abandonados, como consequência da poluição. As fábricas de celulose e o eucalipto invadiram o cerrado por uma questão de preços de terra e “menos burocracia” no licenciamento ambiental. Outro grupo paulista GMR, dono da Braxtel, vai construir uma fábrica em Gurupi (TO).
Balanço mundial

Na Europa ninguém quer saber dessas fábricas, nem mesmo os finlandeses e noruegueses especialistas e donos da tecnologia e dos equipamentos. Precisam de muita água, muita energia, e espaço para as “florestas” de uma árvore só. Sem contar a dioxina, que é uma substância liberada com a decomposição do cloro- usado no branqueamento da celulose. E que é cancerígena.

Vamos ao Avatar do clima. Os números de 2012. Os dados da Organização Metereológica Mundial, entidade composta por 2.500 cientistas de 185 países, monitoram 10 mil estações de observação baseadas em terra, sete mil baseadas em navios e 10 satélites, foram divulgados em Doha, no final do ano, durante mais uma conferência do clima. Foi o nono ano mais quente, desde 1850. Foram registrados eventos extremos notáveis, como ondas de calor na América do Norte e Europa, além da América do Sul. Seca nos Estados Unidos, Brasil e partes da Rússia e Europa Oriental. Inundações na região do Sahel africano, Paquistão e China. Depois neve e frio extremos na Rússia e Europa Oriental, como estão ocorrendo novamente neste início de 2013.

A Bacia do Atlântico sofreu uma temporada de furacões acima da média pelo terceiro ano consecutivo, com um total de 19 tempestades e 10 furacões, o principal deles o Sandy, provocou estragos em todo o Caribe e na costa leste dos Estados Unidos. O leste da Ásia também foi severamente impactado por tufões poderosos, o maior sendo o Sanba, que atingiu as Filipinas, Japão e a península coreana. O nível mais baixo da extensão de gelo marinho no Ártico chegou a 3,4 milhões de quilômetros quadrados no dia 16 de setembro. A marca é 18% menor do que a de 2007.

“- A taxa alarmante de derretimento vista neste ano destaca as transformações que estão acontecendo na biosfera e nos oceanos, as mudanças climáticas estão ocorrendo diante de nossos olhos”, disse o secretário da OMM, Michel Jarraud.

A concentração dos três principais gases de efeito estufa – dióxido de carbono, metano e óxido nitroso – alcançaram os maiores níveis em 2011, e o CO2 atingiu a marca de 390,9 ppm, uma elevação de quase 100%, considerando os 277 ppm da era pré-industrial. O volume anual de CO2 acumulado é de 36 bilhões de toneladas. Seguindo nesse ritmo teremos 56 bilhões em 2020. Em 2011, ocorreram 320 desastres naturais, que geraram US4366 bilhões de prejuízos.

Em 2012, estávamos sobre efeito do La Nina, que esfria as águas do Pacífico, maior oceano do mundo. Segundo a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) mais de 400 espécies de animais e vegetais foram incorporadas à lista de espécies que correm risco de desaparecer. A lista abrange 65.518 espécies, 20.219 em perigo de extinção, 4.088 espécies estão criticamente ameaçadas, 5.919 em perigo e 10.212 vulneráveis na natureza. Madagascar têm 192 espécies únicas de palmeiras e 80% em risco de extinção. Pela extração de madeira e plantio de dendê, a palma asiática.

Situação da Amazônia
Para completar o quadro dos números, um balanço que a Rede Amazônica de Informações Georrefenciadas (Raisg), sobre a situação da Amazônia na sua totalidade, incluindo os nove países onde ela está presente. O Maior é o Brasil com 64,3%, seguido pelo Peru com 10,1%, Colômbia 6,2%, Bolívia 6,2%, além de Equador, Guiana, Suriname, Venezuela (5,8%) e Guiana Francesa.

Entre 2000 e 2010 foram suprimidos da Amazônia 240 mil km2 de florestas. Está no relatório: “as pressões e ameaças à Amazônia indicam que as paisagens de florestas, a diversidade social, ambiental e de água doce, estão sendo substituídas por paisagens degradadas, savanizadas, áreas mais secas e homogêneas.”. Os 240 mil equivalem ao território do Reino Unido. As ameaças têm origem, nome e sobrenome. São construtoras interessadas em estradas, mineradoras atrás das riquezas do solo amazônico – praticamente todos os metais -, petroleiras atrás do óleo negro e de gás e as construtoras novamente encarregadas das obras de hidrelétricas. Além do agronegócio, inclui pecuária, soja e eucalipto, que causa diretamente desmatamento e queimadas.

O estudo “Amazônia sob pressão” dispõe de 55 mapas, 61 tabelas, 23 gráficos e 73 fotografias. Mostra os 7,8 milhões de km2 da Amazônia em detalhes, com suas 12 macrobacias e 158 sub-bacias, compartilhados por 1.497 municípios, 68 departamentos/estados/províncias e seus 33 milhões de habitantes, 385 povos indígenas, 610 áreas de conservação e 2.344 terras indígenas.

Modus operandi
Vinte e quatro empresas exploram petróleo nos países amazônicos, nove controlam 78% dos lotes. São 81 em exploração e 246 com potencial. No Peru 66,3% dos lotes estão em terras indígenas. Quase 21% do território amazônico têm áreas em que o setor de mineração quer atuar, significa interferir em 15% das áreas protegidas e 19% dos territórios indígenas. Em toda a Amazônia existem 171 hidrelétricas em operação ou em construção e 246 planejadas ou em fase de estudo. Brasil, Bolívia, Colômbia e Equador registram maior índice de desmatamento.

“-Se todos os interesses econômicos que se sobrepõem se concretizarem nos próximos anos até metade da Amazônia poderá desaparecer, vai se tornar uma savana com ilhas de florestas”, comentou o coordenador geral da Raisg, Beto Ricardo.

Aproveitar a proximidade geográfica para incluir alguns dados do Pantanal. A pesquisadora da Embrapa, Débora Calheiros, de Corumbá, tem coordenado uma série de denúncias do que está acontecendo na região com a construção de pequenas centrais hidrelétricas. O que parece ser uma boa ideia vira um pesadelo, quando registraram 135 projetos ao longo dos rios da bacia do Paraguai, a maior da região, sendo 44 em funcionamento. Sem contar o desmatamento para plantio de soja que na área do planalto, no Mato Grosso, já atingiram índices de 60 a 80%, principalmente nas nascentes do rio Paraguai, uma área de quatro mil hectares onde 90% da mata original foram detonadas.

O Pantanal já registra um desastre ambiental no rio Taquari, onde cerca de 700km foram soterrados, ele invadiu outras áreas, saindo do leito. Terra levada pelas chuvas das lavouras da região de Rondonópolis, principalmente.

“- O Pantanal é como um prato, pois é uma região plana e baixa. Mas o que ocorre na borda, reflete no centro. Por isso, no fundo do prato pode estar tudo bonito, mas quando se vê as nascentes, a situação é alarmante”, comenta Glauco Kimura, do WWF.

Ainda na Amazônia, o que não está na estatística, mas vem sendo denunciados por várias entidades, é a atividade de garimpos ilegais de ouro na bacia do Tapajós. Não é nada pequeno, o jornal Valor Econômico esteve na região recentemente, noticiou a presença de 60 mil pessoas na Bacia do Tapajós. Inclui não somente balsas, que custam em torno de R$600 mil, mas também cerca de 150 retroescavadeiras, para cavar mais fundo nas margens dos afluentes do Tapajós. A fome juntou com a vontade de comer, como diz o velho ditado. Primeiro criaram uma zona tampão das unidades de conservação da região, para a construção das futuras usinas do Tapajós, a maior delas, São Luiz, com mais de seis mil MW, entrará em licitação em 2013.

A grama do ouro custava US$445 a onça (31,10 gramas) em 2005, agora passou dos US$1.600. Na Volta Grande do Xingu, a Secretaria do Ambiente do Pará concedeu autorização para a empresa canadense Belo Sun se instalar na região. Pretende explorar 4.684kg por ano e investir US$1 bilhão. Nem o governo federal sabia do projeto. A empresa só tem licença para pesquisar, do Departamento Nacional de Pesquisa Mineral. No Brasil as empresas canadenses – Kinross, Yamana, Jaguar Mining e Aura Gold – extraem 90% do ouro brasileiro, mais exatamente, 65,2 toneladas em 2011. O mercúrio e o cianeto usados na separação do ouro ficarão nos rios.

Na Terra do Meio, no Pará, que também nesta nas estatísticas, uma frota de caminhões, maquias carregadeiras, funcionam dentro de áreas de conservação, como a reserva extrativista do Riozinho do Anfrísio, como denunciou o Instituto SocioAmbiental, em carta endereçada ao governo federal.

“-Centenas de quilômetros de estradas dentro de áreas públicas, mobilizando uma frota de maquinários e um exército de trabalhadores, transportam continuamente cargas de toras de madeiras, pesando milhares de toneladas, processando as toras em grandes serrarias, localizadas nas cidades da região, e finalmente embarcá-las “legalmente” nos portos regionais. Não há como não indagar como um esquema desta magnitude consegue se manter impune a despeito de tantas denúncias já feitas”.

Três melancolias
A ONU decretou 2012 como o ano das energias renováveis. No mundo 1,5 bilhão de pessoas não tem luz elétrica, 400 milhões de indianos. Ainda cozinham com lenha ou estrume de boi. O consumo de energia dos combustíveis fósseis terá que ser reduzida em 40% e pelo menos 30% do consumo terá que ser de fontes renováveis nos próximos 20 anos. Num ano em que ocorreram três conferências mundiais, a Rio +20, a de Biodiversidade, em Hydebarad, na Índia e do clima em Doha, no Catar, país que tem o maior índice de emissores de gases per capita – além de ser um dos maiores em reservas de gás metano. Três finais melancólicos, para resumir. Sem conclusões, com adiamentos, o clima para 2015, o da Biodiversidade com promessas de investimentos dos ricos, no Rio o discurso da economia verde. O Avatar do clima não combina mais com promessas. A burocracia diplomática podia fazer videoconferência e economizar os recursos para outras causas. É muito mais do que evidente que os países ricos e desenvolvidos, agora encalacrados numa crise econômica, não têm nenhum interesse em criar novas barreiras e taxações, ou investimentos, que não sejam na aristocracia financeira.

Se metade do gelo do oceano Ártico sumiu em 30 anos, melhor porque vai diminuir a viagem dos navios em três semanas, na rota para a Ásia. Em 2012, 46 navios fizeram isso. Economia de US$3 milhões por viagem. O navio ObRiver levou um carregamento de gás liquefeito para a empresa japonesa Kyushu Eletric Power, para abastecer uma usina. Em 2010 apenas quatro navios fizeram a rota. Quem fretou o navio foi a Gazprom, estatal da Rússia, que junto com a Schell já começou a perfurar poços de petróleo na Groenlândia, uma ilha que pertence à Dinamarca, mas que pretende se emancipar. Já vendeu 150 licenças para exploração mineral.

“-Para mim, diz o dono da Nunam Minerals, Ole Christiansen, maior mineradora da Groenlândia, eu não ligaria se toda a camada de gelo desaparecesse. Temos uma geologia a explorar, novos minerais”.
O Ártico, segundo o departamento estadunidense de geologia, tem 20% das reservas de petróleo do mundo.

Se perguntarem para ele o que é albedo, o reflexo da luz solar visível que o gelo produz, e o significado para o clima do próprio Hemisfério Norte, ele não saberá. Ou que o metano vai ser liberado, ao mesmo tempo em que o gelo desaparece, no permafrost, o solo que surge com o descongelamento. Mineradoras, petrolíferas, construtoras, agronegócio querem executar sua santa missão sem empecilhos. E ainda contam com a cobertura, pequena digamos, de alguns cientistas e polemistas que pregam o evangelho do mercado.

O norueguês Born Lomborg, também apelidado de o “ambientalista cético”, o físico Richard Lindzen, do instituto tecnológico de Massachussets, que assinou um artigo com outros 16 pesquisadores no The Wall Street Journal , do bilionário da mídia Rupert Murdoch, também dono da Fox News, onde o aquecimento global não existe, e mudanças climáticas faz parte da campanha de lunáticos e comunistas.No Brasil, um dos mais falantes é o professor da USP, Ricardo Augusto Felício, climatologista, que foi duas vezes à Antártica e confirmou que lá estava esfriando mais.

Pensei em criar, nesta questão, a definição de pesquisador bufão, o antigo bobo da corte, em função das declarações científicas do professor.

- O aquecimento global é conversa para boi dormir... Protocolo de Kyoto é uma grande besteira...o buraco na camada de ozônio é algo equivocado...mudanças climáticas não é teoria da conspiração é pura mentira...o planeta vai muito bem obrigado, vai continuar por aqui, quando
nós já tivermos desaparecido...já existe bactéria que come petróleo...”.

Fiz uma síntese do que ele tem verbalizado. Começando pelo currículo, todos os especialistas nessa área, climatologistas, meteorologistas, físicos, químicos, biólogos – o assunto é tratado em várias áreas acadêmicas- são formados nas melhores universidades do planeta. Existem grupos em todos os cantos. Nos principais centros de clima, como o Hadley, da Inglaterra, o Max Plant, na Alemanha, o Laboratório Nacional Lawrence Livermoore, na Califórnia, entre outros tantos, mas ninguém faz piada com o assunto. Modelos de cálculo metereológico existem 10 bem conhecidos, conforme Tim Flannery, autor de “Senhores do Clima”, já lecionou em Harvard. Todos inserem evidências, dados empíricos para fazer previsões.

Alguns, como o coordenador do programa antártico brasileiro, pós-doutor, Jefferson Cardia Simões e um grupo de pesquisadores brasileiros, fazem incursões perigosas, por vários dias a 670 km dentro do polo Sul, para instalar um módulo que manda informações climáticas a vários pesquisadores no mundo. Ele já foi 19 vezes à Antártica. E fala do clima que é um sistema único, que está sendo aquecido, que o gelo da Antártica é muito grande, 90% do gelo do planeta, por se tratar de um continente imenso, mas que tem 3 a 4% mais sensíveis a mudanças de temperatura e derretem, estão derretendo. Assim como as geleiras de superfície, nas montanhas, desde o Himalaia, os Andes, ou em Montana, nos Estados Unidos, onde no final do século XIX existiam 150 no Glacier Park, e hoje são 35, com apenas uma fração do que eram. São as mais estudadas pela facilidade de acesso.

Para quem não sabe o mundo vai acabar mesmo daqui há cinco bilhões de anos, quando não haverá mais gás hélio no sol, ele se transformará numa estrela anã, e todos os planetas perderão o rumo na via Láctea. E que estamos na metade da vida solar, e que a Terra tem 4,6 bilhões de anos, e a vida está presente na superfície há quase quatro bilhões de anos. Mas isso não é motivo para dar um atestado de insanidade mental, para que a máquina de guerra acabe com os ecossistemas que sustentam à vida no planeta, em poucos anos. Simplesmente porque alguns vão faturar e enriquecer. E a grande maioria sofrer e perecer.

Outro argumento é que os ricos querem barrar o crescimento da economia dos emergentes. São as corporações multinacionais, com pequenas exceções nacionais, que lideram o crescimento e o faturamento, mandando os lucros para as matrizes. E ainda deixando o lixo e a poluição no local, entre os muitos desarranjos que provoca.

Negar o Avatar do clima é tragicomédia, é coisa de bufão mesmo. O resto, o
povo sente e os pesquisadores, que trabalham no silêncio estão mostrando a toda hora, em muitos cantos desse planeta, sem estardalhaço, nem afetação.

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