Potengi, verás que um filho teu não foge à luta!

Juliano Medeiros destaca, em artigo, o papel do PSOL na reorganização da esquerda

Juliano Medeiros destaca, em artigo, o papel do PSOL na reorganização da esquerda
Crédito da foto:PSOL 50
Em artigo publicado nesta quarta-feira (13), no site do jornal Folha de São Paulo, o presidente nacional do PSOL eleito no 6º Congresso Nacional, Juliano Medeiros, aponta os desafios que o partido deve enfrentar no próximo período, no processo de reorganização da esquerda brasileira. Intitulado “Com os pés no chão e sem medo de lutar”, o texto dá um recado preciso para a sociedade brasileira e também para a militância do partido: “Estamos prontos para assumir a responsabilidade de colaborar com o processo de reorganização da esquerda brasileira”.
Medeiros, que atualmente preside a Fundação Lauro Campos e é coordenador político da bancada do PSOL na Câmara, faz um histórico do que marcou o cenário político no último ano, com destaque para as políticas de ajuste fiscal do governo de Michel Temer, que tem ameaçado, diuturnamente, os direitos da população brasileira.
“O ano de 2017 está chegando ao fim. Foi um ano marcado por retrocessos, como a implementação da Emenda Constitucional 95, que congela os investimentos públicos por 20 anos, a reforma trabalhista, que retira conquistas históricas dos trabalhadores e trabalhadoras, a mudança no regime de exploração do pré-sal —da partilha para a concessão— e a retomada das privatizações em massa”.
Em relação à participação do partido nas eleições de 2018, o novo presidente ressalta que o PSOL seguirá apostando na construção de uma ampla frente social contra os ataques de Temer e seu governo. “Essa frente, porém, não deve ser confundida com uma frente eleitoral: nas eleições do próximo ano o PSOL apresentará candidatura própria à Presidência da República. Acreditamos que nosso partido pode oferecer um nome que represente não só a resistência aos ataques promovidos por Temer, mas uma ampliação para além das fileiras partidárias, expressando o acúmulo das lutas dos movimentos sociais combativos, da Frente Povo Sem Medo e dos embates no parlamento”.

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